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Doenças resultam em miséria e sofrimento para milhões de pessoas no mundo inteiro. É por isso que combatê-las é tão importante para a família rotária. Nós lideramos iniciativas grandes e pequenas nessa área. Criamos clínicas itinerantes, centros de doação de sangue e treinamentos para comunidades carentes afetadas por surtos e sem acesso a atendimento médico. Com a infraestrutura que criamos, o trabalho conjunto de médicos, pacientes e governos fica muito mais fácil.
A prevenção de doenças ainda é algo muito inacessível para a população, com isso o Rotary faz diversos projetos para ajudar o povo a ter uma maior acessibilidade aos tratamentos como a campanha “End Pólio Now “, por exemplo, que erradicou a poliomielite em 99,9% do mundo.
O Rotary Club de Sertãozinho-Aparecida D.4540 realizou no dia 20 de maio da gestão 2020-2021 a venda de pizzas com o objetivo de arrecadar fundos para doação a Fundação Rotária, programa Pólio Plus o projeto ocorreu na empresa Deliciatá, que irá produzir as pizzas, e no Clube Literario e Recreativo de Sertãozinho, onde as pizzas serão entregues e teve ao todo 1200 pessoas beneficiadas .
Já o Rotary Club de São Carlos-Bandeirantes D.4540 realizou no dia 22 de outubro da gestão 2020-2021 um vídeo que foi reproduzido em escolas municipais e estaduais com o intuito de informar as crianças sobre a poliomielite e ao todo teve 2000 pessoas beneficiadas com o projeto.
“A força não provém da capacidade física. Provém de uma vontade indomável.”- Mahatma Gandhi
No Dia Mundial da AIDS, o UNAIDS destaca a necessidade urgente de acabar com as desigualdades que impulsionam a AIDS e outras pandemias ao redor do mundo.
Sem uma ação ousada contra as desigualdades, o mundo corre o risco de não atingir as metas para acabar com a AIDS até 2030, bem como de uma pandemia prolongada de COVID-19 e de uma crise social e econômica contínua.
Mesmo após quarenta anos desde que os primeiros casos de AIDS foram relatados, o HIV ainda ameaça o mundo. Hoje, o mundo está longe de cumprir o compromisso compartilhado de acabar com a AIDS até 2030, e está arriscando um retorno, não por falta de conhecimento ou ferramentas para acabar com a AIDS, mas por causa das desigualdades estruturais que limitam soluções comprovadas para a prevenção e tratamento do HIV.
As desigualdades econômicas, sociais, culturais e jurídicas devem ser eliminadas com urgência se quisermos acabar com a AIDS até 2030.
Embora haja a percepção de que um momento de crise não é o momento certo para priorizar o enfrentamento das injustiças sociais subjacentes, é claro que, sem esse enfrentamento, a crise não poderá ser superada.
Combater as desigualdades é uma promessa global de longa data, cuja urgência só tem aumentado. Em 2015, todos os países se comprometeram a reduzir suas desigualdades internas e entre países como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A Estratégia Global para AIDS 2021-2026: Acabar comas Desigualdades, Acabar com a AIDS e a Declaração Política sobre AIDS adotada na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS 2021, têm como núcleo o fim das desigualdades.
Além de ser central para acabar com a AIDS, o abordar as desigualdades promoverá um avanço em relação aos direitos humanos de populações-chave e pessoas que vivem com o HIV, tornará as sociedades mais preparadas para vencer a COVID-19 e outras pandemias e apoiará a recuperação econômica e a estabilidade. Cumprir a promessa de acabar com as desigualdades salvará milhões de vidas e beneficiará a sociedade como um todo.
Mas acabar com as desigualdades exige uma mudança transformadora. Políticas econômicas e sociais precisam proteger os direitos de todas as pessoas e prestar atenção às necessidades das comunidades desfavorecidas e marginalizadas.
Sabemos como vencer a AIDS, sabemos quais são as desigualdades que obstruem o progresso e sabemos como enfrentá-las. As políticas para combater as desigualdades podem ser implementadas, mas exigem que as lideranças sejam ousadas.
Os governos devem agora passar do compromisso à ação. Os governos devem promover o crescimento social e econômico inclusivo. Devem eliminar leis, políticas e práticas discriminatórias a fim de garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades. Chegou a hora de governos cumprirem suas promessas. Eles devem agir agora, e nós devemos torná-los responsáveis.
No Dia Mundial da AIDS, vamos lembrar aos nossos governos que as desigualdades globais nos afetam como um todo, não importa quem somos ou de onde somos. No Dia Mundial da AIDS, vamos exigir ação para acabar com as desigualdades, acabar com a AIDS e todas as outras pandemias que prosperam com as desigualdades.
Fonte: UNAIDS
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